Paullo C. Francisco

Paullo C. Francisco

Editor do site da Rádio Viva ao Rei Moçambique

O presidente do Tribunal Constitucional são-tomense demitiu o secretário-geral da instituição por ter assinado "uma ata não discutida e aprovada em conferência", após a polémica da recontagem de votos das presidenciais.

A ata referida pelo presidente do Tribunal Constitucional (TC), Pascoal Daio, foi assinada também por outros três juízes do tribunal que aprovaram um acórdão que decidiu pela não recontagem dos votos das eleições presidenciais solicitada pelo terceiro candidato mais votado, Delfim Neves.

"O senhor Rui António Matos da Costa Neto procedeu em 27 de julho de 2021 à assinatura de uma ata não discutida e aprovada em conferência, postas a circular nas redes sociais", refere um despacho assinado pelo presidente do TC.

No despacho, datado de quarta-feira (04.08), Pascoal Daio alega que o ato do secretário-geral "revela deslealdade ao presidente [do TC], causando perturbação ao regular funcionamento do Tribunal Constitucional e quebra de confiança indispensável para a sua continuidade na função", que ocupava desde 30 de maio de 2019.

O presidente do TC de São Tomé e Príncipe produziu um novo despacho, na quinta-feira, nomeando o jurista Gilson Lima para "em comissão de serviço exercer as funções de secretário-geral do Tribunal Constitucional", por período "igual ao mandato do presidente". 

São Tomé e Príncipe vota para escolher novo Presidente

Polémica no TC

Na última semana, três juízes do TC, Maria Alice Carvalho, Jesuley Lopes e Amauro Couto, endereçaram uma carta ao chefe de Estado são-tomense, Evaristo Carvalho, em que denunciaram o "anormal funcionamento" do Tribunal Constitucional, depois da divulgação de dois acórdãos contendo decisões diferentes sobre a recontagem de votos.

O diferendo entre os juízes do TC levou à intervenção do Conselho Superior de Magistratura Judicial e do Presidente da República, que reuniu por duas vezes os órgãos de soberania para analisar a situação e exigir solução para a crise que havia bloqueado o processo eleitoral no país.

A solução aconteceu na segunda-feira (02.08) quando o TC aprovou, por maioria, um novo acórdão que rejeitou a recontagem de votos.

Na quarta-feira o TC realizou a Assembleia de Apuramento Geral dos resultados das eleições de 18 de julho que confirmou Carlos Vila Nova e Guilherme Posser da Costa como candidatos admitidos à segunda volta das presidenciais, que deverá realizar-se em 29 de agosto.

Fonte:www.DW.com

 

 

Onde a “bolada” termina, continuam os pesquisadores. mestrados, constroem mentiras? — inquiriu o delatorLá se vão meses para não dizer anos  que Mocímboa da Praia estava nas mãos dos insurgentes, e felizmente, com a chegada do exército ruandês as coisas tomaram outro rumo, ou por outra, em menos de um mês, o País volta a paz naquele local.

Contudo, vários órgãos de comunicação sobretudo Televisão de Moçambique, tem reportado a situação, detalhe por detalhe, embora alguns duvidam que seja totalmente verdade.

Na tarde de ontem(10), a TVM partilhou uma hiperligação na sua página do Facebook, dando conta que fuzileiros navais moçambicanos contam como foi o ambiente no porto de Mocímboa da Praia. 

Veja que internautas, principalmente Unay acusa TVM “de” desinformar o povo.

Unay Cambuma
Senhores da TVM, parem de desinformar o povo, quando Mocimboa era do controle dos insurgentes nunca-nos informaram, os ruandeses desalojaram os insurgentes vocês nos aparecem de boca cheia que fuzileiros Navais Moçambicanos foram os primeiros a reconquistar MOCIMBOA?
————————————————
*COMO É QUE SE ADMITE QUE GESTORES DUM ESTADO SE ORGANIZEM OU SÃO PERMITIDOS E DEIXADOS MENTIR PARA UM POVO INTEIRO?*
No Domingo vi uma Conferência de Imprensa convocada para se anunciar a Reconquista, Retomada, Reocupação ou Recuperação da Cidade de Mocimboa de Praia pelas tropas combinadas de Moçambique e do Ruanda.
1. Afinal, Mocimboa de Praia esteve fora do control do Estado?
2. Desde quando?
3. Porque não nos informaram que uma parte do nosso território tinha escapado do controlo do Estado?
4. Que pecados havia em se admitir que os terroristas tomaram a Cidade de Mocimboa de Praia?
5. Porque é que Oficiais das FDS teimaram em negar o que todo o Povo sabia?
6. Porque é que os Oficiais das FDS foram deixados mentir perante 30.000.000 de pessoas durante 1 ano?
7. Porque é que se transforma o Povo num conjunto de imbecis a quem cada um se admite que diga publicamente o que quer?
8. Formamos e pagamos às FDS para mentirem para o Povo?
9 Que fenómeno natural ou humano é esse de as FDS recuperarem uma cidade que sempre esteve sob seu controlo?
10. Como é que se quer que das próximas vezes se tenha de levar à sério aqueles que passaram quase 1 ano mentindo?
Há um ditado que diz o seguinte “MENTE UMA VEZ, MENTE SEMPRE. O CASTIGO DE UM MENTIROSO É QUE MESMO QUE FALE A VERDADE, SERÁ SEMPRE TIDO COMO MENTIROSO”
Não venham amanhã apelidar as pessoas de APÓSTOLOS DA DESGRAÇA quando nunca vos levarem a sério.
É que, até em assuntos do Estado, gestores públicos de topo foram deixados mentir e como é que querem que as pessoas levem à serio a noticia que passou na Segunda-feira, na TVM, segundo a qual OS FUZILEIROS MOÇAMBICANOS FORAM OS PRIMEIROS A REOCUPAR MOCIMBOA DE PRAIA.
Esta informação é verdadeira ou é igual àquela mentira de ontem?
Como disse, o pior castigo para um MENTIROSO é que mesmo que fale verdade, será tido sempre como um grande mentiroso.
Espero que a lição tenha ficado.
“Não há como mentir eternamente para um Povo”.
No Livro de Leitura da 2a Classe do tempo colonial ” O meu companheiro ” havia um texto com o titulo “Não devemos mentir”
Nesse texto conta-se a história de um pastor de nome Manjate que, num dado dia se pôs a gritar:
– “Acudam-me, acudam-me, há aí um leão que me mata todo o gado”
Por perto havia um grupo de trabalhadores de uma empresa envolvidos na abertura de uma estrada.
Quando ouviram o Manjate a gritar por socorro, sairam em seu auxílio só que quando lá chegaram o Manjate lhes disse que ele apenas estava a brincar com os seus bois, que não havia leão nenhum.
Os trabalhadores regressaram à sua actividades chateados com o comportamento do Manjate.
Na tarde do mesmo dia apareceu um leão e, quando o Manjate se pôs a gritar “Acudam-me, acudam-me, há aí um leão que me mata todo o gado”, ningue o levou à sério tomando que se tratava da mesma brincadeira de sempre só que desta vez, era um leão à sério que por falta de socorro lhe dizimou todo o gado
NÃO MENTIR, naqueles tempos ensinava-se na 2a classe.
Agora, bandos de Licenciados, Mestrados, Phds são treinados para mentir. Vejam por que é que batemos no fundo.
AOS MENTUROSIS, não se esqueçam de que nós fazemos parte dos 10 piores paises do Mundo.
Fonte: www.javiste.com

Oito homens e igual número de mulheres morreram entre os dias 10 e 12 do mês em curso, vítimas da COVID-19, segundo informações do Ministério da Saúde, quê anunciou mais 1.038 casos positivos da doença.

Num comunicado de imprensa, as autoridades sanitárias explicam que as vítimas mortais são todas de nacionalidade moçambicana, com idades entre 26 e 88 anos.

Em Moçambique, 1.671 pessoas já morreram devido à COVID-19.

Mil e dezassete moçambicanos e 21 estrangeiros são os indivíduos que testaram positivo nas últimas 24 horas. Todos são de casos de transmissão local.

Segundo a Saúde, a cidade de Maputo diagnosticou grande parte dos casos (229) e que correspondem a 22.1% do total de hoje, seguida pela província da Zambézia (208), o equivalente a 20%

Neste momento, existe, em Moçambique, um cumulativo de 136.566 casos positivos registados, dos quais 136.197 de transmissão local e 369 importados.

“Nas últimas 24 horas registamos 41 novos internamentos e 32 altas hospitalares”, referem as autoridades sanitárias, que contabilizam 329 pacientes acamados devido ao vírus.

Entretanto, no período em causa, 1.882 moçambicanos e oito estrangeiros viram-se livres da infecção e elevam o total para 115.931.

Há, actualmente, 18.960 casos activos do novo Coronavírus em Moçambique

A 9 de Agosto, o Governo dos Estados Unidos da América (EUA) e o Governo de Moçambique lançaram um segundo programa militar de Formação Conjunta de Intercâmbio Combinado (JCET).  As Forças de Operações Especiais dos EUA irão treinar com mais de 100 comandantes e guardas-florestais moçambicanos para melhorar as capacidades no campo de batalha.

Além da capacitação, o exercício JCET do Departamento de Defesa dos EUA (DoD) irá reforçar as crescentes relações entre os EUA e a República de Moçambique.  O Governo dos EUA irá fornecer também equipamento médico e de comunicações a essas unidades treinadas.

“Este programa de treinamento duplicou em apenas quatro meses, prova de que os Estados Unidos estão empenhados na capacitação das forças armadas moçambicanas. Em toda a nossa assistência à segurança, os Estados Unidos dão prioridade ao respeito pelos direitos humanos e à protecção dos civis”, disse o embaixador dos EUA em Moçambique, Dennis W. Hearne.

O DoD lidera a cooperação de segurança dos EUA em Moçambique.  Em 2021, o DoD relançou o programa JCET, concluindo o primeiro exercício de formação em Maio de 2021, e conduziu cursos de formação sobre tácticas de combate a acidentes e sobre combate a salva-vidas em Junho de 2021.

Como o maior doador bilateral a Moçambique, o Governo dos EUA trabalha em estreita colaboração com o Governo da República de Moçambique para disponibilizar mais de 500 milhões de dólares em assistência anual de modo a melhorar a qualidade dos cuidados de saúde e educação, promover a prosperidade económica e a segurança, ajudar na adaptação climática e protecção ambiental, e apoiar o desenvolvimento global desta nação.  Além disso, os Estados Unidos disponibilizaram mais de 38 milhões de dólares em assistência para responder à pandemia da COVID-19 e no dia 26 de Julho doaram 302.400 vacinas da Johnson & Johnson a Moçambique através da iniciativa COVAX.

Page 1 of 25

Baixe nosso aplicativo:

 
 

Nosso contato

Maputo-Matola
Matola, Maputo 1114
Moçambique
Mobile: +258849431453
www.radiovivaaorei.com

Nossa missão

  • Levar a Palavra de Deus ao seu coração