Pelo menos 37.500 transportadores, entre motoristas e cobradores de todo o país, já foram vacinados contra a COVID-19, desde o início da campanha. Entretanto, até sábado, a FEMATRO tinha indicações de que, na província de Niassa, o processo de imunização ainda não havia iniciado, facto desmentido pelo director dos Serviços Províncias de Saúde.

A campanha de vacinação massiva contra a COVID-19 dos transportadores está a superar todas as expectativas, segundo o presidente da Federação Moçambicana dos Transportadores (FEMATRO). Só nos primeiros dois dias, foram imunizados 37.500 agentes da agremiação de todo o país, com excepção dos da província de Niassa.

“Temos informações não satisfatórias da província de Niassa de que o processo de vacinação ainda não iniciou, não sabemos o que está a acontecer. Orientamos os nossos membros a contactar a direcção provincial”, disse Castigo Nhamane, presidente da FEMATRO.

Entretanto, o director dos Serviços Provinciais de Saúde de Niassa assegura que os transportadores, nesta parcela do país, já estão a vacinar. “O processo de vacinação nesta província já iniciou e está a decorrer normalmente. Dos cerca de 2400 motoristas e cobradores previstos, já foram vacinados 639, o que equivale a 26 por cento. Obviamente que estamos a melhorar a comunicação com as associações dos transportadores nos distritos”, explicou José Manuel, director dos Serviços Provinciais de Saúde de Niassa.

No Grande Maputo, onde foram criados seis postos de vacinação, já foram imunizados 10 mil transportadores. No terminal interprovincial da Junta, na cidade de Maputo, o processo decorria este sábado com a vacinação dos transportadores de carga de longo curso. “Aqui, a vacinação iniciou esta sexta-feira e estava muito cheio; estamos a administrar dose única, porque eles não param, estão constantemente a viajar”, disse Irene Gilberto, técnica de Saúde.

A sensação de alívio e de segurança em termos de contaminação foi transmitida pelos motoristas e cobradores, pois, segundo disseram, estavam em constante risco. “Estávamos sujeitos à contaminação, mesmo cumprindo as medidas de prevenção. Estou muito aliviado; sei que ainda corro risco, mas não é mesma coisa”, avançou Chivasse Nhonque, transportador da rota Tete-Maputo.

“Estou muito grato por o Governo se ter lembrado de nós. Não estávamos seguros e o mais complicado é lidar com os passageiros que teimam em não se prevenir” acrescentou Moisés Macia, motorista da rota Maputo-Gaza.                                                                                              

O ex-Presidente sul-africano Jacob Zuma foi internado hoje num hospital fora do centro prisional de Estcourt, onde cumpre pena de 15 meses de prisão em KwaZulu-Natal, leste do país, anunciou o Governo.

 

 

 

O Departamento dos Serviços Correcionais pode confirmar que o ex-Presidente, Jacob Zuma, foi admitido hoje 6 de agosto de 2021 num hospital externo para observação médica", lê-se no comunicado divulgado hoje a que a Lusa teve acesso.

O Departamento sul-africano de Serviços Correcionais confirmou através de um declaração que "o antigo Presidente Jacob Zuma foi hoje, 6 de agosto de 2021, internado num hospital exterior para observação médica". 

Zuma, 79 anos, deverá ser presente ao reinício do seu julgamento por corrupção, agendado para 10 de agosto.

"Como ex-presidente, as necessidades de saúde do Sr. Zuma exigem o envolvimento dos Serviços Militares de Saúde da África do Sul. Este tem sido o caso desde a sua admissão nos Serviços Correcionais de Estcourt", refere o comunicado.

O departamento de Serviços Correcionais da África do Sul acrescenta que "uma observação de rotina originou o internamento do Sr. Zuma".

A Fundação Jacob Zuma disse hoje na rede social Twitter que o ex-presidente "o primeiro recluso do Tribunal Constitucional, de 79 anos, preso sem julgamento, está a fazer a sua rotina médica anual".

O porta-voz dos Serviços Correcionais, Singabakho Nxumalo, citado pela imprensa local, sublinhou que a comparência de Zuma na audiência em tribunal na próxima terça-feira "dependerá da opinião dos médicos".

Jacob Zuma, de 79 anos, que insistiu recentemente que uma audiência virtual do seu pedido de apelo judicial seria "uma violação dos seus direitos constitucionais", deveria comparecer na próxima terça-feira no Tribunal Superior de Pietermaritzburg, capital do KwaZulu-Natal, no âmbito das acusações que enfrenta na Justiça relacionadas com o negócio de aquisição de armamento, em 1999, com a empresa francesa Thales.

 

Na quarta-feira, o juiz do Tribunal Superior de Pietermaritzburg, Piet Koen, decidiu que o requerimento de Jacob Zuma contra o procurador público, o advogado Billy Downer, fosse ouvido presencialmente em audiência pública no tribunal.

 

Em 20 de julho, o juiz anunciou o adiamento do julgamento de Jacob Zuma para 10 de agosto de 2021 para ouvir o pedido especial apresentado pela defesa do antigo chefe de Estado.

A 22 de julho, Zuma foi autorizado a sair do estabelecimento prisional para participar no funeral de um irmão mais novo, Michael Zuma, que se realizou em Nkandla.

Zuma enfrenta acusações de fraude, corrupção e extorsão num caso de alegado suborno, com 20 anos, que envolve o fabricante de armas françês, Thales. 

Zuma, que foi Presidente entre 2009 e 2018 enfrenta 18 acusações relacionadas com o caso, incluindo fraude, corrupção, lavagem de dinheiro e extorsão, relacionadas com a compra de equipamento militar a cinco empresas de armamento europeias, em 1999, quando era vice-Presidente do país.

O fabricante francês do setor da Defesa enfrenta também acusações de corrupção e branqueamento de capitais. Tanto Zuma, como o grupo Thales sempre negaram as acusações.

A cidade litoral de Pietermaritzburg, onde decorrerá o julgamento, foi uma das cidades mais atingidas pela recente onda de saques e violência que eclodiu após a prisão de Zuma e que provocaram mais de 350 mortos.

Cerca de uma centena de negócios de grandes empresários portugueses, incluindo filhos de madeirenses, no setor alimentar e de bebidas, foram saqueados e vandalizados.

 

A Itália vai introduzir a partir de hoje, sexta-feira, um passe sanitário obrigatório para aceder a espaços fechados como bares e restaurantes, decidiu o Governo dirigido por Mario Draghi.

“O passe sanitário é um instrumento para permitir aos italianos continuarem as suas atividades com a garantia de não se encontrarem entre pessoas contagiadas”, explicou o primeiro-ministro, numa conferência de imprensa no Palácio Chigi, a sede do executivo em Roma, no final do conselho de ministros que aprovou a medida.

Além das salas de bares e restaurantes, o passe será exigido para entrar em piscinas, ginásios, museus, cinemas e teatros, bem como salões de jogos. Será igualmente exigido para os eventos desportivos, concertos, espetáculos, feiras e congressos, particularmente propícios a concentração de pessoas. As discotecas permanecem encerradas até novas ordens, mas o setor beneficiará de ajudas públicas.

O passe sanitário, batizado como “green pass”, poderá ser emitido após a primeira dose da vacina, mas também às pessoas com um teste negativo obtido nas 48 horas anteriores.

A adoção do passe sanitário foi alvo de tensões no interior da maioria governamental, com o líder da Liga (extrema-direita), Matteo Salvini, a pronunciar-se contra “escolhas drásticas, improvisadas e não calculadas que excluem a maioria dos italianos do seu direito ao trabalho e a circular livremente”.

A Itália tem atualmente alguns milhares de novos casos diários e poucas mortes, mas a tendência de fundo é de aumento. Ontem, foram registados 5.057 novos casos, quando o país não ultrapassava o limite dos 5.000 casos em 24 horas desde 21 de maio.

“A variante Delta é ameaçadora, pois propaga-se mais depressa que as outras variantes”, advertiu Draghi. “Exorto todos os italianos a vacinarem-se e a fazerem-no de imediato”, disse, congratulando-se, ao mesmo tempo, com o facto de “mais de metade dos italianos terem já concluído o ciclo de vacinação

FONTE: MULTNEWS.COM

A Autoridade Tributária de Moçambique fechou as portas das unidades de contribuição fiscal que se encontram na zona norte de Cabo Delgado e retirou todos funcionários devido aos ataques terroristas.

Uma nota do jornal "OPaís", refere que quase todas as fontes de colecta de receitas fiscais para os cofres do Estado, localizados no norte de Cabo Delgado, estão fechadas e todos funcionários da Autoridade Tributária de Moçambique das respectivas unidades de contribuição fiscal foram retirados para as zonas consideradas seguras.

Entretanto, apesar dos ataques terroristas, a província de Cabo Delgado conseguiu ultrapassar a meta na colecta de receitas fiscais para os cofres do Estado prevista para os primeiros seis meses deste ano.

A maior parte da receita fiscal em Cabo Delgado, provém da exploração de Rubis, uma das pedras mais preciosas do mundo, que são exploradas pela Montepuez Ruby Mining, uma das dez maiores empresas que continuam a assegurar os cofres do Estado ao nível da província

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