Jacob Zuma precisa de seis meses para um amplo tratamento de emergência devido a uma lesão traumática, diz médico militar.

Um médico militar, tido como sendo de alto escalão, citado pela Rádio Moçambique disse aos serviços correcionais e à justiça que na sequência da lesão traumática sofrida no ano passado, Jacob Zuma necessita de um amplo tratamento de emergência e seis meses de cuidados para restaurar a sua saúde.

Este parecer do doutor Zukile Mdutywa foi divulgado justamente no dia em que Zuma deveria estar no Tribunal, para dar início ao julgamento do caso de corrupção na compra de armas, em 1999.

Por isso, foi com naturalidade que o promotor do caso, Billy Downer, disse que o estado não estava satisfeito com o que considerou de generalidades vagas do parecer do médico militar, escreve a RM.

De acordo com a fonte, um outro defensor do estado disse que o parecer do médico militar não identifica a real condição médica de Zuma e diz ser difícil de entender como este problema de saúde se arrasta por dezoito meses.

A defesa alega que Zuma não teve tempo de cuidar da sua saúde devido às constantes idas ao tribunal e agora devido a detenção, por desobediência à justiça.

Assim sendo, os médicos que atendem Zuma, nos serviços de saúde militar, devem submeter um relatório detalhado, sobre o estado de saúde do ex-presidente, até sexta-feira da próxima semana.

O Estado, por seu turno, vai indicar um médico para avaliar o referido relatório.
Jacob Zuma continua hospitalizado, desde a última sexta-feira.

Zuma enfrenta dezasseis acusações de lavagem de dinheiro, fraude, corrupção e extorsão. Já a empresa de fornecimento de equipamentos militares francesa Thales enfrenta quatro acusações.

Jacob Zuma precisa de seis meses para um amplo tratamento de emergência devido a uma lesão traumática, diz médico militar.

Quatro dias depois começam a ser conhecidas as causas de internamento do ex-presidente sul-africano, Jacob Zuma, cujo julgamento foi adiado para nove de Setembro.

Um médico militar, tido como sendo de alto escalão, citado pela Rádio Moçambique disse aos serviços correcionais e à justiça que na sequência da lesão traumática sofrida no ano passado, Jacob Zuma necessita de um amplo tratamento de emergência e seis meses de cuidados para restaurar a sua saúde.

Este parecer do doutor Zukile Mdutywa foi divulgado justamente no dia em que Zuma deveria estar no Tribunal, para dar início ao julgamento do caso de corrupção na compra de armas, em 1999.

Por isso, foi com naturalidade que o promotor do caso, Billy Downer, disse que o estado não estava satisfeito com o que considerou de generalidades vagas do parecer do médico militar.

De acordo com a fonte, um outro defensor do estado disse que o parecer do médico militar não identifica a real condição médica de Zuma e diz ser difícil de entender como este problema de saúde se arrasta por dezoito meses.

A defesa alega que Zuma não teve tempo de cuidar da sua saúde devido às constantes idas ao tribunal e agora devido a detenção, por desobediência à justiça.

Assim sendo, os médicos que atendem Zuma, nos serviços de saúde militar, devem submeter um relatório detalhado, sobre o estado de saúde do ex-presidente, até sexta-feira da próxima semana.

O Estado, por seu turno, vai indicar um médico para avaliar o referido relatório.
Jacob Zuma continua hospitalizado, desde a última sexta-feira.

Zuma enfrenta dezasseis acusações de lavagem de dinheiro, fraude, corrupção e extorsão. Já a empresa de fornecimento de equipamentos militares francesa Thales enfrenta quatro acusações.

Há registo de mais 13 mortes e 1.166 novos casos de infecção por COVID-19, segundo o mais recente balanço do Ministério da Saúde.

As vítimas mortais foram nove homens e quatro mulheres, todos de nacionalidade moçambicana e com idades entre 31 e 87 anos. As mortes hoje anunciadas, ocorreram entre os dias 02 e 10 de Agosto corrente.

Assim, Moçambique contabiliza 1.641 óbitos devido à COVID-19.

Num comunicado de imprensa divulgado hoje, o Ministério da Saúde explicou que os novos infectados são 1.139 cidadãos nacionais e 27 estrangeiros.

Com esses casos, todos resultantes de transmissão local, o cumulativo no país eleva-se para 134.343, sendo 133.974 casos são de transmissão local e 369 importados.

“A província de Manica registou 294 casos, correspondendo a 25.2% do total dos casos novos hoje reportados em todo o país e uma taxa de positividade de 40%, seguida pela Cidade de Maputo com 262 casos, o equivalente a 22.5% do total de casos novos e uma taxa de positividade de 21.5%”, referem as autoridades.

Em apenas 24 horas, 41 pessoas foram internadas e 43 tiveram altas hospitalares, o que totaliza 361 pacientes internados em consequência da COVID-19.

Ainda no período em alusão, mais 1.046 moçambicanos e 27 estrangeiros recuperaram-se do novo Coronavírus, somando, agora, 108.516 indivíduos livres do vírus.

Actualmente há 24.182 casos activos da doença em Moçambique.

Das pessoas morreram e outras nove contraíram ferimentos, entre graves e ligeiros, em consequência de um aparatoso acidente de viação envolvendo um autocarro e um camião basculante, ocorrido hoje no Inchope, província de Manica.

Trata-se do autocarro da companhia Khurula que saia de Tete e tinha como destino a Cidade de Maputo e, chegada à ponte sobre o rio Metuchira, tentou encetar uma manobra que consiste na ultrapassagem a um camião que transportava combustível, tendo colidido com um outro camião basculante que vinha no sentido contrário.

Segundo sobreviventes do acidente do qual os condutores das duas viaturas morreram no local, provocando ferimento grave numa passageira do autocarro e outros oito ocupantes, o sinistro teria sido perpetrado por excesso de velocidade, aliada à manobra perigosa na ponte sobre o rio Metuchira.

“Saímos de Tete, estava a andar muito bem. Mal chegámos a Chimoio, ele começou a aumentar velocidade e, quando chegámos aqui, só ouvi os gritos, porque senti o embate e, depois, vi outros passageiros a descerem pelas janelas”, disse, visivelmente traumatizada, uma das sobreviventes que se identificou pelo nome de Onila.

Além de mortos e feridos, o acidente, que provocou um enorme congestionamento nas duas faixas de rodagem ao longo da Estrada Nacional Número Seis, chegando a perfazer mais de 10 quilómetros nos dois sentidos, causou danos avultados nas duas viaturas, segundo Adelina Chinaca, chefe da brigada da Polícia de Trânsito em Gondola.

“A causa do acidente foi a ultrapassagem por parte do autocarro. Só que, à sua frente e na faixa contrária, vinha o camião e embateram-se mesmo na ponte. Tivemos aqui registo de dois mortos, por sinal ocupantes dos dois carros envolvidos no sinistro e um ferido grave, além de nove feridos ligeiros”, disse Adelina Chinaca, referindo que “os feridos, tanto os ligeiros, como os graves, tiveram de ser encaminhados para o Centro de Saúde de Inchope”.

Entretanto, por causa de acidentes recorrentes no país e que quase diariamente semeiam luto nas famílias, Chinaca aproveitou a reportagem do “O País” para “apelar a todos os condutores para que, quando se fazem às estradas, pautem pela condução defensiva e sigam, rigorosamente, as normas elementares de condução”, apontando essa como principal arma de combate à sinistralidade rodoviária.

A INTRODUÇÃO do atendimento electrónico nos serviços de Registo Civil e Notariado está a contribuir para a redução de aglomerados nas instalações da instituição na cidade da Beira.

Segundo o director provincial de Justiça e Trabalho em Sofala, Mário Xavier, que deu a conhecer o facto, a medida enquadra-se na necessidade de assegurar o distanciamento físico face à pandemia do novo coronavírus.

Xavier explicou que os utentes são orientados a seguirem a pré-marcação via “online”, registo de contactos e depósito dos respectivos documentos a serem averbados ou emitidos. Num período de três ou quatro dias os interessados podem levantar os seus documentos já regularizados.

“Como impacto deste trabalho por via digital, deixamos de ter enchentes nas Conservatórias”, disse.

O director provincial revelou que a nova modalidade de atendimento está a ser usada em todas as Conservatórias da cidade da Beira, concretamente na Manga e na zona baixa.

A medida abrange igualmente vários distritos da província de Sofala, como Nhamatanda, Gorongosa, Chemba e Chibabava.

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