Mundo cristão

Mundo cristão (19)

A Samaritan's Purse fez parceria com organizações humanitárias para patrocinar voos e levar as pessoas a um local seguro.

Shetigho Nakpodia planeja construir um local para os desabrigados em sua igreja, para que possam lavar suas roupas e comer uma refeição quente.

Pastor de Goiânia é acusado por mulheres de importuna-las sexualmente no monte

Dentre os relatos, o pastor Costa é acusado de cometer estupro, importunação sexual, posse sexual mediante a fraude, ameaça e lesão corporal. A Defensoria Pública vem lidando com o caso desde maio, apesar de alguns casos terem ocorrido há anos.

Todas as mulheres que se queixam da conduta do pastor alegam que ele se valia das pregações para manipula-las: “Ele queria tocar no meu órgão íntimo. Ele falava que era para o meu crescimento espiritual. Ele falava que era pra eu crescer na vida. Ele às vezes confunde até a mente da gente a acreditar que o que ele faz vem de Deus”, disse uma das jovens.

O relato, feito à TV Anhanguera, traz outro detalhe: a denunciante disse que contou ao pastor que sofreu abusos sexuais na infância, e Costa teria dito que a cura para esse trauma exigiria dela mais um sacrifício.

“[O pastor disse] ’Você vai ter que passar pela ferida pra ser curada’. E aí eu fiquei: ‘meu Deus, eu vou ter que ser molestada de novo, pra ser curada de um trauma que eu fui [submetida] na infância?’ Então isso não me deixava dormir”, desabafou.

Outra vítima acusou o pastor de fazer jogos psicológicos com ela, afirmando que via nela a homossexualidade, e que para se livrar dessa orientação sexual, precisaria se submeter a ele: “Falava que eu era lésbica e que eu precisava de tratamento, tratamento de Deus”, relatou.

Abusos no monte

A delegada Paula Meotti, responsável pela investigação, afirmou que a maioria dos abusos acontecia no Morro da Serrinha, uma área localizada a cerca de 10 minutos do centro de Goiânia e comumente usada pela comunidade evangélica para fazer vigílias de oração.

“Era muito normal a gente ir para o monte com ele. Às vezes iam algumas meninas. Aí ele vinha, pegava no meu peito e falava: ‘Isso aqui não é nada pra Deus’, contou uma das adolescentes.

A delegada comentou o impacto psicológico que a manipulação do pastor teria causado: ”Todo esse processo manipulador do pastor incutiu nelas uma sensação de que elas teriam eu se submeter aos atos libidinosos sob pena de desobediência a Deus. Muitas delas disseram que se sentiam pecadoras se não se submetessem às vontades do pastor”.

A mãe de uma das vítimas disse que Costa se relacionou sexualmente com sua filha: “A primeira dela, ela relatou isso pra gente, foi dentro do carro, ela falou. Então, ele é um homem é 61 anos, para a idade da minha filha?”, questionou.

Uma mensagem de áudio entregue por essa mãe à investigação mostraria o pastor sugerindo à vítima uma estratégia para que ela pudesse ficar com ele: “Oi, amorzinho. Te amo. E, olha, não se deixe vencer, tá bom? Não dá ouvido e faz o que eu falei. Se cê tiver que dar uma de doida, cê vai lá naquelas imagens da sua mãe e quebra tudinho. Joga no chão e rola no chão com as imagens e quebra tudo. É isso que cê tem que fazer. Tá bom? Mas nós te amamos e tamos orando por você”.

Fonte: www.gospel.com

Aos poucos, os temores apontados pelos mais céticos sobre as medidas tomadas por autoridades sob o pretexto de combater a pandemia de covid-19 começam a se concretizar. No Reino Unido, mais de 1.200 lideranças cristãs se manifestaram contra um “passaporte de vacina” que está sendo proposto no país. 

A polêmica foi iniciada quando surgiu a ideia de exigir um “passaporte de vacina” dos cidadãos para permitir a entrada em igrejas, teatros, boates e eventos de grande público, como festivais, além de permitir que o distanciamento social seja relaxado em certos locais.

Diante do anúncio de que essa exigência estava sendo estudada, chamada oficialmente de “status covid”, os líderes cristãos se manifestaram prontamente, enviando uma carta aberta ao primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, repudiando a proposta.

Para os signatários, a ideia de exigir um comprovante de vacinação estabelece um “estado de vigilância”, com o controle total das autoridades sobre os passos da população, além de representar uma forma de “antiética de coerção”.

“Este esquema tem o potencial de acabar com a democracia liberal como a conhecemos e de criar um estado de vigilância no qual o governo usa a tecnologia para controlar certos aspectos da vida dos cidadãos”, diz um trecho da carta aberta enviada ao primeiro-ministro. “Como tal, esta constitui uma das propostas políticas mais perigosas já feitas na história da política britânica”, acrescenta a missiva.

A pressão dos líderes cristãos britânicos tende a ganhar corpo, uma vez que os signatários estimulam, na carta, os demais “líderes em igrejas de organizações cristãs” do Reino Unido a assinarem o documento, enviando cópias indo ao primeiro-ministro, líderes dos governos regionais e todos os parlamentares.

Em resposta, o governo do Reino Unido tentou acalmar a população: “Estamos considerando uma série de evidências em torno da certificação do status Covid e se ela pode ter um papel na abertura de ambientes de maior risco com segurança. A revisão está em andamento e nenhuma decisão foi tomada”.

Fonte"www.gospel.com"

Chen Wensheng, um pregador de rua da cidade de Hengyang, que havia sido preso pela polícia chinesa no mês passado, foi libertado no dia 8 de julho, após ter sido interrogado e coagido a parar de pregar o Evangelho nas ruas da China.

O evangelista Chen foi preso no dia 19 de junho por oficiais de segurança do Partido Comunista Chinês (PCC), na província de Zhejiang. Depois de levá-lo de volta para a província de Hunan, onde mora, as autoridades mantiveram o cristão sob vigilância por 20 dias, no West Lake Resort.

Durante sua detenção, líderes do Bureau de Assuntos Étnicos e Religiosos e o Departamento de Segurança do Estado interrogaram Chen e tentaram o persuadir a parar de pregar o Evangelho nas ruas das cidades chinesas.

Os oficiais do PCC disseram ao pregador que já estavam lhe vigiando há 20 anos e sabiam os lugares por onde o cristão havia pregado. De acordo com o China Aid, as autoridades chinesas sabiam de todas as viagens que Chen Wensheng havia feito naquele período, bem como as pessoas que viajaram com ele.

Os oficiais documentaram até mesmo quando o pregador viajou com outros quatro cristãos por vários países a caminho do Tibete, onde evangelizaram.

A respeito da vigilância da qual foi vítima, Chen declarou recentemente: “Graças a Deus pelo conhecimento completo do PCC do fato de que vou a diferentes lugares para pregar o Evangelho. Eles contaram meu histórico como se estivessem enumerando a herança de sua própria família. As autoridades também me disseram que, em 2021, eu estive em outras regiões para proclamar o evangelho mais de mil vezes”.

Na tarde do dia em que foi solto, Chen foi, surpreendentemente, bem tratado pelos oficiais de segurança, que lhe ofereceram vários pratos e bebidas no seu último jantar na detenção no luxuoso West Lake Resort.

O evangelista Chen afirmou que deseja que os oficiais tenham fé no Evangelho e recebam Jesus.

“Estou muito grato pelos guardas terem demonstrado misericórdia de mim desta vez. Agradeço a Deus por seu amor e cuidado absolutos, por ter experimentado o tratamento especial de comissário do Evangelho do Reino de Deus. Que o meu Deus tenha misericórdia deles e conceda-lhes fé para que respondam à salvação do meu Senhor Jesus”, declarou.

Não é a primeira vez que o pregador de rua é preso pela polícia chinesa. Em agosto de 2020, Chen foi condenado a 10 dias de prisão por cometer “evangelismo ilegal” nas ruas da China.

Wensheng faz parte da Igreja Xiaoqun em Hengyang. Ele frequentemente carrega uma cruz de madeira com as frases “glória ao nosso Salvador” e “arrependa-se e seja salvo pela fé” enquanto evangeliza os pedestres.

Na China, o evangelismo é proibido fora dos locais autorizados pelo governo comunista. A organização International Christian Concern (ICC) relata que os evangelistas de rua enfrentam constante assédio ou detenção, enquanto suas igrejas sofrem ainda mais restrições pelas autoridades

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