Ciência e Saúde

Ciência e Saúde (29)

ROSA Lhamine, enfermeira de profissão, é uma italo-moçambicana residente na Itália que a partir de 1 de Setembro próximo estará privada de direitos desde a livre circulação e, consequentemente, acesso a serviços mais básicos, tudo por ter tomado uma vacina não reconhecida naquelepaís europeu.

O que inquieta Rosa Lhamine não é simplesmentea privação da liberdade, que já está a sofrer, mesmo antes da entrada em vigor do uso do “Green Pass”, a carta de livre circulação que é atribuída a quem está imunizado, mas sim o facto de não se reconhecer uma vacina que foi aprovada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como eficaz no combate ao novo coronavírus e que está a circular pelo mundo.

Na condição de Rosa Lhamine estão muito cidadãos da Itália que não sabem como serão as suas vidas nos próximos dias e, estando nesta condição, não têm como voltar a tomar asque são aceites naItália e em outros países da Europa.

“Eu tomei a vacina Verocel, de fabrico chinês. Se se provou a sua eficácia no combate ao Coronavírus, o que faz outros países não reconhecerem o imunizante? Eu me conformaria com o facto de eles não optarem pela marca, para administrar dentro do seu território, mas limitar a vida dos que foram vacinados noutros lugares do mundo, considero algo que precisa de uma explicação urgente, pois é vida de muita gente que estará comprometida ”, salienta.

Sem o “Green Pass”, credencial que entra em vigor a partir de 1 de Setembro na Itália, ela não pode nem dar assistência aos seus doentes, muito menos circular para onde quer que seja no país europeu senão permanecer fechada em casa.

Rosa Lhamine foi contratada pelo Ministério da Saúde (MISAU), em 2011, e trabalhou no Hospital Distrital da Manhiça até 2020. Foi na condição de profissional de saúde que tomou a vacina em Moçambique, tendo completado a segunda dose a 28 de Abril.

Com uma certificação que prova a sua imunização e com o sentimento de dever cumprido, regressou à Itália, onde continua a trabalhar enquanto aguarda pela sua aposentação.

“Para além de compromissos aqui na Itália, tenho projectos a desenvolver em Moçambique, no distrito da Manhiça, localidade de Maciana, mas não posso me movimentar, tudo por conta desta medida. Não sei se alguém de direito pode fazer algo. Não falo somente de mim pois, há muitos italianos na mesma condição que foram vacinados fora da Europa e que as vacinas não são reconhecidas”, finaliza.

Rosa Lhamine foi formada em enfermagem pelo Instituto de Ciência e Saúde de Maputo e, uma vez na Itália, decidiu continuar com os estudos e tornou-se técnica superior do nível 1, na área para qual continua a trabalhar e com uma carteira de clientes que procuram seus préstimos.

Mais 500 mil doses de vacinas contra a COVID-19 chegaram esta segunda-feira ao país. Trata-se da vacina Verocell, da farmacêutica chinesa Sinopharm.

Os imunizantes chegam num dia em que as autoridades de saúde anunciaram que cerca de 45 mil pessoas foram vacinadas contra o novo Coronavírus, nas últimas 24 horas.

Actualmente, o país contabiliza um total de 485.246 pessoas completamente vacinadas desde o início da campanha.                                                                                                                                                                                                                                                                    

 

O WhatsApp está a testar um novo recurso que permitirá que as pessoas enviem mensagens sem usar o telemóvel.

Na ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Malária, o Presidente de Moçambique disse que é preciso concentrar esforços contra a malária, apesar da pandemia da Covid-19.

32 trabalhadores da Total infectados pela covid-19 em Moçambique; Quinto doente diagnosticado na Província de Maputo

O Ministério da Saúde registou até ao início desta semana mais de 2 mil casos de cólera nas província de Nampula e Cabo Delgado que causaram a morte de pelo menos 18 moçambicanos. O surto eclodiu recentemente na Cidade de Pemba onde foram registados três óbitos.

20 são trabalhadores da Total e existem mais 27 casos suspeitos na Província de Cabo Delgado

A Directora Nacional de Saúde Pública anunciou nesta quinta-feira (16) o aumento para 31 infectados pelo covid-19 em Moçambique, “os dois casos trabalhavam em Afungi, e neste momento encontram-se em Maputo”, revelou a Dra. Rosa Marlene. Apuramos que existem mais de duas centenas contactos dos 20 trabalhadores da petrolífera Total infectados e que estão a ser testados 27 casos suspeitos do novo coronavírus na Província de Cabo Delgado.

Graças a quarentena escolar, iniciada a 23 de Março, e ao Estado de Emergência, iniciado a 1 de Abril, o nosso país parece estar a conseguir minimizar a propagação do novo coronavírus que no actual cenário de “aglomerado de casos” estava previsto, no Plano Nacional de Preparação e Resposta da pandemia em Moçambique, a existência de mais de 2 mil contactos dos infectados, pelo menos 20 doentes hospitalizados e três óbitos.

Porém com 31 infectados, dois deles curados, Moçambique identificou pouco mais de duas centenas de contactos desses indivíduos que padecem da covid-19 não tem nenhum doente hospitalizado e não há óbitos. Desses doentes 23 contraíram o novo coronavírus em Moçambique e oito são casos importados.



A Província de Cabo Delgado continua a ser o epicentro da pandemia, particularmente os acampamentos da petrolífera francesa que lidera o projecto Mozambique LNG, de exploração de gás natural na Área 1 da Bacia do Rovuma de onde surgiram 20 infectados diagnosticados até a data.

“Um dos casos positivos é um indivíduo do sexo masculino, de nacionalidade sul-africana, com mais de 30 anos de idade. O outro caso é um individuo de nacionalidade italiana com mais de 50 anos de idade. Os dois casos trabalhavam em Afungi, e neste momento encontram-se em Maputo. Os dois casos não apresentam sintomatologia contudo, e como sempre, estão mantidos em isolamento”, disse em conferência de imprensa a Dra. Rosa Marlene.

Por seu turno o director-geral adjunto do Instituto Nacional de Saúde (INS) pormenorizou que “um deles regressou vindo de Afungi a Maputo no dia 2 de Abril, e o segundo regressou a Maputo vindo de Afungi no dia 4 de Abril. O primeiro indivíduo completa hoje 14 dias e o segundo indivíduo completa 12 dias que estão na Cidade de Maputo, em apartamentos privados de um condomínio”.

2º rede de infectados tem 73 contactos, 3ª rede de infectados tem 72 contactos

O Dr. Eduardo Samo Gudo Júnior esclareceu ainda que os dois novos infectados viajaram da Cidade de Pemba para a Cidade de Maputo “em voos comerciais. A investigação de contactos tem um protocolo padrão que inclui a componente de traceamento dos indivíduos que estavam no mesmo avião que estes que depois foram positivos”.

“Esse trabalho está a ser realizado mas se olharmos para as datas em que eles viajaram estamos a trabalhar com uma hipótese que foram infecções locais em Maputo e provavelmente não em Cabo Delgado, precisamos de comprovar esse aspecto. Mas independentemente das hipóteses há um trabalho que está a ser feito com as companhias aéreas com vista a mapear os indivíduos que estiveram na cadeira de frente, na cadeira de trás e nas laterais que serão os contactos nos voos comerciais de Pemba para Maputo”, explicou.



O responsável da instituição pública que diagnostica a covid-19 e investiga as suas ramificações disse ainda que estes dois novos indivíduos positivos não fazem parte do grupo de amostras provenientes de Cabo Delgado, eles fazem parte da 3ª rede de contactos que está a ser seguida em Maputo”.

“Nessa 3ª rede de contactos (dos seis trabalhadores da Total diagnosticados no dia 14 de Abril) temos um total de 72 contactos, 40 em Maputo e 32 em Cabo Delgado”, precisou o Dr. Samo Gudo que clarificou que os 62 casos suspeitos testados hoje pelo INS fazem parte “da 2º rede (dos três trabalhadores da Total diagnosticados no dia 10 de Abril) que tem 73 contactos. Não fazem parte do grupo de novas amostras que estamos a colher em Cabo Delgado”.

Da Província de Cabo Delgado deveriam ter sido testadas na manhã desta quinta-feira (16) pelo menos 27 amostras provenientes de casos suspeitos que estão na Cidade de Pemba e na Península de Afungi mas, “por deficiências logísticas houve um pequeno atraso do envio das amostras e chegaram tardiamente ao nosso laboratório”, o @Verdade apurou que os resultados só deverão ser tornados públicos nesta sexta-feira (17).

via Verdade.

As autoridades sanitárias de Moçambique confirmaram nesta terça-feira, 14,o aumento de casos do novo coronavírus para 28.

Angola não regista casos de covid-19 há seis dias. De acordo com as autoridades do país, um dos pacientes recuperou, totalizando cinco casos de recuperação, desde o início da pandemia. No total, foram registados 19 casos de infeção e dois mortos devido à pandemia.

Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que não havia casos confirmados do novo coronavírus na Coreia do Norte

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